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Saudação da umbanda e candomblé pode ter contribuído para decisão da Globo sobre Chico Pinheiro

A decisão da TV Globo de excluir o jornalista Chico Pinheiro do time de apresentadores reservas do “Jornal Nacional” pode ter sido uma punição a um ato do âncora.

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Segundo o site “Notícias da TV”, os donos da emissora não gostaram do que Chico fez no dia 2 de dezembro de 2017, quando encerrou o “JN” louvando o dia do samba.

“Samba que é pai do prazer, que é filho da dor”, disse, emendando com: “Saravá e boa noite pra você!”. O excesso de informalidade associado com uma saudação que remete à umbanda e ao candomblé causou desconforto nos bastidores da Globo.

Além disso, no Carnaval de 2018, Chico fez dura crítica à corrupção federal e citou uma frase de Michel Temer que ficou famosa, a “tem que manter isso, viu?”. A gota d’água, porém, foi um áudio que vazou em que fazia defesa apaixonada de Lula. Ele nunca confirmou a veracidade do áudio.

Apesar disso, no mesmo dia em que circulou o áudio da defesa de Lula, o diretor-geral de Jornalismo da Globo, Ali Kamel, distribuiu um comunicado determinando a todos os jornalistas da casa que “não se pode expressar essas preferências” políticas nas redes sociais.